segunda-feira, 12 de maio de 2008

Resumo: Império Árabe

  • Duas Épocas da História:-

Pré-islâmica: antes da criação da religião muçulmana (ano 570)

Islâmica: após a criação do islamismo

  • A Arábia Pré-Islâmica (até 570)

-Árabes do deserto (Beduínos): eram nômades - transporte de mercadorias em camelos e pastores.

- Árabes da Cidade (Urbanos): eram sedentários - dedicavam-se ao comércio e agricultura

  • Crença Religiosa:

Politeístas (acreditavam em vários deuses)

  • Maomé e o Islamismo- fundador do islamismo (ano 570)

-Monoteísta: existência de um único deus: Alá

- Pedra Negra (Caaba): símbolo religioso

  • Os princípios do Islamismo

- Corão ou Alcorão: livro Sagrado
- Guerra Santa: combate aos não-muçulmanos que ameaçavam a religião muçulmana
- Promessa do paraíso para quem for fiel a Alá
Obrigações religiosas dos muçulmanos: crer em Alá, Rezar 5x por dia , dar esmolas, Jujuar no mês de Ramada, Ir a Meca pelo menos uma vez na vida.

  • Expansão Árabe:

O Império Muçulmano- Califa (líder)

- Guerra Santa "Jihad" para expansão do islamismo- conquista de territórios
-Expansao da Cultura Árabe

- Norte da Africa, Ásia, Península Ibérica, Arabia

  • Desenvolveram:

- Comércio: cheques, recibos, cartas de crédito, etc.

- Ciência: química (busca de pedra filosofal) e conhecimentos de medicina

- Literatura: Aladim e a lâmpada maravilhosa, Simbad, o marujo, Mil e uma noites, Ali baba e os 40 ladrões

  • Islamismo Hoje

- Espalhado em diversos países do Mundo: principalmente no Oriente Médio e Ásia

- Sociedade Patriarcal e pouca participação das mulheres

- A disputa entre xiitas e sunitas remonta às origens do Islamismo. Após a morte de Maomé, era necessário decidir quem assumiria o comando da comunidade. Para o grupo dos seguidores do partido de Ali, esposo da filha de Maomé, Fátima, o poder deveria ser confiado a um descendente do profeta. Para os outros, o califa (soberano muçulmano) deveria ser eleito. Estes últimos prevaleceram, e foram chamados de sunitas, seguidores da sunna (a tradição). Em Karbala, no Iraque, no ano 680 ocorreu o sacrifício do filho de Ali, Hussein, que foi massacrado com 72 fiéis das tropas do califa Omayyade Yazid. Este episódio marcou a ruptura decisiva entre o Islã sunita e o xiita. Mas os seguidores de Ali, deste então, sempre consideraram ilegítimo o poder do califas e julgam a sua própria história como uma história de paixão, martírio e revolta. Nas últimas fases da Guerra do Golfo, em março de 1991, a Guarda Republicana de Saddam Hussein, de bases sunitas, reprimiu duramente a revolta xiita, que havia sido iniciada com a esperança de receber apoio dos norte-americanos. Esse apoio não existiu e deixou espaço para um massacre que, segundo algumas fontes, causou 15 mil mortes. Divisão atual - Os xiitas são 10% dos muçulmanos no mundo e representam 60% dos 24 milhões de iraquianos. Eles estão concentrados no sul do país, onde ficam as suas duas principais cidades santas, Karbala e Najaf, e em algumas áreas de Bagdá. Também Bassora, a segunda maior cidade do Iraque, é habitada predominantemente por xiitas. Os sunitas, que permaneceram no poder por 400 anos, são cerca de 34% da população (14% são curdos e 5% de outras religiões) e estão distribuídos por todo o país, especialmente ao norte de Bagdá, com predominância absoluta na região conhecida como "triângulo sunita", a fortaleza da guerrilha entre as cidades de Falluja, Ramadi e Tikrit.A figura do Guia Supremo Espiritual é central para os muçulmanos xiitas, que, como ocorre no Irã, pode desenvolver um importante papel político, enquanto para os sunitas o imã é essencialmente um estudioso e um guia espiritual.

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